A história do meu blog: o primeiro post

the first blog post

A história do meu blog

Olá! (ou, como diria o WordPress, “Hello, world!”) Este é o meu primeiro post! A exclamação é genuína; a história do meu blog representa um grande desafio pessoal e espero que este meu entusiasmo de rookie possa transbordar para os leitores.

(quem é que eu quero enganar? Este post vai ser lido por uma ou duas pessoas. Três no máximo. Quatro se eu me gabar.)

Tenho trinta anos e sou de Lisboa. Sou uma leitora, aspirante a escritora, mãe, mulher, viajante, full-time worker.

Bem-vindos.

E a menina?

Começar um blog é algo que deveria ter feito há uns oito anos. Na verdade, cheguei a começar três blogs antes deste que nunca chegaram a ter posts publicados. Porque depois não tinha tempo ou apareciam outras ideias ou sentia que não tinha material para um blog, apenas para um diário.

Até que tive uma filha e fiz trinta anos. E essa é uma fase de vida confusa e entusiasmante para a maior parte das mulheres com quem me relaciono. Temos preocupações, desafios e interesses de adulta. Algumas de nós são casadas e têm filhos. Trabalhamos a tempo inteiro em empregos desafiantes e cada vez com mais responsabilidades.

Apesar disso, se formos a um café continuam a perguntar-nos “E a menina?”.

Isto parece um bocado esquisito e reflecte bem a ambiguidade desta fase de vida em que muitas de nós estamos. Começou a parecer-me um chapéu interessante para englobar um conjunto de ideias e opiniões que tenho.

Decidi comprometer-me com o blog.

Para quem vou escrever

Para todos, claro. Não quero excluir leitores, até porque espero que alguns conteúdos sejam bastante transversais.

Mas é inegável que escrevo em primeiro lugar para mulheres na fase de vida em que eu também me encontro. O meu ponto de vista é o de uma jovem mulher (não é estranho dizer “jovem mulher”? Alguém costuma dizer “jovem homem”?).

O que vou escrever

Quando comecei a contar que ia começar um blog, a primeira coisa que toda a gente me dizia era “Ai que giro! E vai ser sobre quê?”.

Refugiei-me na designação de lifestyle blog para poder falar de vários assuntos, mas há uns que me são mais queridos. Os conteúdos vão reflectir os meus interesses e ideias.

Outros nomes que ponderei para o blog

Não fui ver se já existiam. Se estiverem disponíveis, feel free.

  • Who Let The Thoughts Out?
  • A Menina dos Trinta
  • Esferográfica
  • The Girl With No Tattoo

O que vou fazer

Quero a liberdade de poder escrever sobre o que achar relevante em cada momento, mas de certeza que vão encontrar muitos dos seguintes:

  • Como encaro esta fase de vida, já sem as desculpas dos 20 mas ainda sem a maturidade dos 40
  • Livros de que gosto, livros que recomendo, livros que estou a ler
  • Ter filhos, trabalhar, viajar e ainda ter tempo para pintar as unhas 

Vou salpicar expressões em inglês pelos textos. Talvez por preguiça mas também para se assemelhar mais à maneira como falo. Sou apologista de usar expressões portuguesas, mas em alguns casos não exprimem tão bem o que queremos dizer.

O que não vou fazer

  • Ser moralista, porque não há paciência. Nada contra, excepto o tédio, mas a Internet não precisa que vos diga que acreditem em vocês mesmas ou que não é muito bonito sentir inveja.
  • Ser condescendente, porque odeio quando fazem isso comigo. Tentarei ser clara, mas não vou assumir que os leitores são todos ignorantes.
  • Publicar fotografias dos meus filhos. Cada um sabe de si. Precisamente. 

Ser blogger

Não sei o suficiente sobre ser uma blogger, mas aprendo depressa e challenge accepted.

O facto de ser nova nisto também significa que vou ser blogger à minha maneira, começando do zero.

Ainda antes de começar, já dá para antever a quantidade de trabalho que isto exige, se for para ser bem feito. Tenho muito respeito pelos bloggers que andam por aqui há mais tempo a fazer um bom trabalho.

O meu convite

Vamos conversar. Se gostarem, sigam, partilhem e comentem!

I have a feeling this is the start of a beautiful friendship.

E a menina?

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